domingo, 13 de dezembro de 2009

Cada vez mais eu penso no meu futuro... E quão bons são os planos que eu proponho pra ele...

domingo, 29 de novembro de 2009

Noite passada

Eu tava no carro quando colocaram ela pra tocar, e pela batidinha leve, me fez olhar pro lado e perceber que eu estava entre amigos, em boa companhia, e poxa vida... minha noite tinha sido ótima... me senti bem...

Sabe, realmente parecia a trilha sonora da noite de bom vivant, onde se contempla a amizade, por todas as coisas engraçadas que aconteceram naquela noite e a felicidade que estavamos sentindo...

E o engraçado era ver todo mundo cantando junto...

Mas quando eu olhei a tradução... Vi que na verdade era a trilha certa para a situação que eu estava/estou passando... Que o que eu realmente queria naquele momento, era olhar pro lado e perceber que eu estava ao lado dela, que estava tudo bem entre nós... então essa noite não seria ótima... seria perfeita, completa em sua plenitude.

E essa coincidência só serve pra explicar o quanto eu a quero bem...

Last night she said
Oh, Baby, I feel so down
Oh, and turned me off
When I feel left out
So I, I turned around
Oh, baby, I don't care no more
I know this for sure
I'm walking out that door

Well, I've been in town
For just about fifteen whole minutes now
Oh, Baby, I feel so down
And I don't know why
I keep walking for miles

But the people they don't understand
No, girlfriends, they can't understand
Your grandsons, they won't understand
On top of this I ain't ever gonna understand

Last night she said
Oh, Baby, don't feel so down
Oh, and turned me off
When I feel left out
So I, I turned around
Oh, Baby, I'm gonna be alright
It was a great big lie
'Cus I left that night, yeah

Oh, people they don't understand
No, girlfriends, they don't understand
In spaceships, they won't understand
And me, I ain't ever gonna understand

Last night she said
Oh, Baby, I feel so down
She had turned me off
When I feel left out
So I, I turned around
Oh, little girl, I don't care no more
I know this for sure
I'm walking out that door, yeah

sábado, 28 de novembro de 2009

pessoas precisam de motivos pelo qual se lamentar...

sem ao menos saber se são dignos disso...

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Cogito

eu sou como eu sou
pronome
pessoal intransferível
do homem que iniciei
na medida do impossível


eu sou como eu sou
agora
sem grandes segredos dantes
sem novos secretos dentes
nesta hora


eu sou como eu sou
presente
desferrolhado indecente
feito um pedaço de mim


eu sou como eu sou
vidente
e vivo tranqüilamente
todas as horas do fim.

Torquato Neto
Foi estranho
torcia para que não fosse comigo
Torcia para que fosse apenas meu excesso de imaginação
Foi paia...

ahh... mas seja como for, agora é tarde pra sair do standby

afinal, eu ia ter que me recuperar não é mesmo?!

estou vivo, prossigo... essa é a lei.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Sabe, pode até ser que eu estaja me enganando... Mas eu me sinto feliz, óbvio que não 100%, até mesmo por que 100% ninguém hei de estar... E eis que me vem uma conclusão: Nada vai abalar minha felicidade, não tenhos motivos pra isso, até mesmo o que ou quem me faz feliz...

domingo, 22 de novembro de 2009

Eu não vou fechar os olhos carinha, se o fizer, sonharei de novo com aquele mundo onde as coisas simplesmente acontecem. E se eu acordar carinha, eu vou estar muito puto!

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Fosse antes o rancor e a raiva explícita! O que me mata é essa indiferença...

sábado, 2 de maio de 2009

A Prova da evolução!

Ah! A porta abriu, e ao contrário de muitas portas que se abrem como uma boa oportunidade, esta se abriu para o cansaço e a certeza de que o dia não ia terminar tão bem quanto começou. Ao menos eu estava defronte a ela, a única coisa que precisaria era levantar a perna, subir os degraus e deixar que a multidão que vinha logo atrás me levasse em direção ao cobrador, a única barreira que existia antes do meu mergulho naquele mar de gente.

Com minha casa nas costas, segurada por duas alças e ocupando o mesmo espaço que uma pessoa, fui atravessando entre aqueles corpos tão cansados quanto o meu, como uma agulha a passar pelo tecido, até me perceber em um lugar que parecia ser mais confortável. Mal coloco a mochila entre as pernas, numa tentativa de preservá-la, a pessoa sentada a minha frente decide se levantar e embarcar naquela onda de corpos entrepostos, tamanha era sua pressa que mal pude perceber seu rosto, ou até mesmo se era homem ou mulher, só pude perceber aquele vazio e a liberdade que a cadeira vazia na minha frente proporcionava. Dei um passo à frente, olhei pro lados, e vi o quanto as pessoas me invejavam, por ter conseguido um lugar ao sol, ou melhor, ao vento entorpecente que vêm por entre aquelas janelas empoeiradas.

Ah! Só pode ser o vento torpe batendo no rosto, somado à correria de um dia inteiro, que me deixa letárgico, sonâmbulo . . .sonhador. . .

Só quando ouço um "Oi" advindo com um leve remelexo no ombro, que me assusta e me faz perceber que tinha me rendido ao sono. Ainda embriagado pelo sono, meus olhos tentavam se acostumar com a luz, e perceber aquele rosto que em outros tempos já tinham me feito suspirar, passar noites mal durmidas, me tirar do meu eu, enfim... , passar por tudo aquilo que os apaixonados mal correspondidos passam.

Mas como disse: "Em outros tempos", tempos que me envergonho, que somente servem como prova da evolução humana e do crescimento das pessoas.

Naquela hora, meio indiferente, disse um "Oi" inaudível, que servia apenas como forma de mostrar que a educação que recebi não ia ser em vão , e voltei a mergulhar no meu sono com a certeza de que ele era bem mais interessante e bem mais importante que um coração ferido e já cicatrizado.